Ele continuava a subir a colina, o que parecia um percurso interminável! A neve estava espessa o que dificultava seus passos, a visibilidade difícil pelo fog, e o vento do norte fustigava-lhe os cabelos e o rosto dando a sensação de um frio ainda mais intenso do que os termômetros marcavam. No cimo da colina se descortinava o bosque de carvalhos, cujos ramos sem fôlhas, se contorciam pela força do vento. A sua direita, ele devisava uma bela mansão em estilo “Tudor”, em sua direção ele se encaminhou, talvez com a esperança de encontrar um abrigo ou uma presença consoladora, mas as portas e janelas de carvalho estavam totalmente cerradas.Ele só ouvia o silêncio e o uivo do vento.Estava pois, apenas entregue a ele mesmo!...
Yvone Pessoa Nogueira
Estive subindo a colina. Estou com frio! E posso ver o bosque de carvalhos a minha frente. O texto nos leva a divagar. Fantástico!
ResponderExcluirAdna